Aqui, como que desgarrado de mim
mesmo.
Sem arrependimentos, sem
certezas... nada importa!
A voz ecoa no vazio
entorpecido,
a mente se abstrai, o suplício já
não fere tanto.
Acalmo meus olhos, repouso as mãos.
A música preenche os espaços e hiatos...
Nada mais de tatear o
escuro,
caminharei guiado pelo som do
vento,
minha única realidade.
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