Que fome que corrói as entranhas
da minha mente...
Quero ingerir uma prosa orgânica
e versos calóricos.
Insaciavelmente quero degustar
sonetos!
Devoro livros, sorvo poemas...
Meu cálice nunca está vazio, ao
contrário!
Transborda vinhos de telas
tintas,
licores de aromas esculturais.
Tenho a arte como maná, como
panaceia.
Perto de mim vejo Baco em uma
vinícola de ideias e
Ceres em plantações de sonhos...
Prossigo insatisfeito, faminto!
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