domingo, 29 de maio de 2016

Fome

Que fome que corrói as entranhas da minha mente...
Quero ingerir uma prosa orgânica e versos calóricos.
Insaciavelmente quero degustar sonetos!
Devoro livros, sorvo poemas...
Meu cálice nunca está vazio, ao contrário!
Transborda vinhos de telas tintas,
licores de aromas esculturais.
Tenho a arte como maná, como panaceia.
Perto de mim vejo Baco em uma vinícola de ideias e
Ceres em plantações de sonhos...
Prossigo insatisfeito, faminto!

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